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Pegue um livro qualquer da sua estante e observe-o. Para qual lado está o texto? Virado à esquerda ou virado à direita?

Pois é, aposto que poucos de vocês já pensaram nisso alguma vez. Quando projetamos um livro, o título na lombada (quando esse existe) é uma das últimas coisas que fazemos na capa. E o que você costuma fazer? Direita ou esquerda?

E, sendo lá qual for a sua escolha, porque a fez? Fica visualmente mais bonito? Achou mais confortável aos olhos? Priorizou a prateleira ou a mesa? HEIN?

Exato. Quando você escolhe a direção para onde aponta o título, está priorizando a leitura do livro sobre uma mesa ou na prateleira. Na verdade, para mostrar como isso é mais complexo ainda, posso dizer que quando deixamos os pés da letra virados para a capa, seguimos o modelo europeu; quando do contrário, o modelo é o americano. Vejam as imagens abaixo:

americana

europeia

Crédito dos gráficos: Designers Justiceiros (http://designersjusticeiros.blogspot.com/2007/07/sobre-pan-logomarcas-e-lombadas-uma.html)

Aqui alguns exemplos aplicados:

em-pe

Você tem que entortar a cabeça para ler o “Graphis Design”, não é mesmo?

deitado

Já na mesa, ele fica bem mais simples…

Assim fica mais simples de entender, né? Veja como no modelo americano fica muito mais fácil de ler a lombada do livro com este sobre a mesa, e como fica estranho lê-lo em uma prateleira. Já no modelo europeu, percebemos que é bem mais simples ler o título na lombada quando ele está na prateleira. Pelo que eu pude notar em minha biblioteca, os brasileiros tendem a utilizar mais o modelo europeu.

Viu? Cultura rapidinha, resposta bem resolvida. Agora, fica outra pergunta: tudo isso significaria que europeus compram e colecionam mais livros, ou que americanos lêem mais? :D

Gente, vou divulgar aqui um curso que eu gostaria muito de fazer, mas que ainda não tenho condições financeiras para tanto. Aproveitem, pois é um ótimo curso e as vagas são limitadas!

CURSO DE EXTENSÃO EM EDIÇÃO

O livro como negócio e produto

Se você quer conhecer e dominar todo o processo de edição do livro, da idéia do autor até o produto final nas mãos do leitor, esta é a sua oportunidade!

Em pouco tempo você estará capacitado para gerir seu próprio negócio, participar ativamente das decisões mais importantes de sua empresa, conhecer a cadeia produtiva do livro e contribuir para o crescimento de um mercado cada vez mais importante em nosso país.

A indústria e o mercado editorial sofreram e continuam a sofrer mudanças e estão submetidos aos grandes desafios deste início de século. Para obter sucesso nesta área é necessária uma grande habilidade para identificar riscos, aproveitar oportunidades e abrir novos caminhos. Estes conhecimentos precisam nortear as tomadas de decisão.

É necessário saber planejar, crescer e produzir com qualidade, ter eficiência comercial, êxito empresarial.

Para isso é fundamental conhecer o produto, o negócio e o contexto no qual eles estão inseridos.

Objetivos do curso

  • Permitir aos profissionais e futuros profissionais do mercado editorial aumentar seus conhecimentos sobre o negócio do livro, enriquecer sua capacidade de gestão através das discussões acerca das especificidades da área, conhecer aspectos técnicos essenciais ao negócio, atualizar-se com as novas tendências e oportunidades do mercado
  • Dominar a administração do ciclo editorial produção-vendas-marketing
  • Em resumo, tornar os participantes aptos a gerir seu negócio, como proprietários, gerentes administrativos ou editoriais através do conhecimento do mercado nos seus aspectos mais gerais e específicos: financeiros, produtivos e comerciais

Público-alvo
Empreendedores e futuros empreendedores, administradores, editores, assistentes editoriais, gerentes editoriais e administrativos, gerentes e supervisores comerciais, profissionais das mais diversas áreas interessados na indústria do livro como possível área de trabalho, e demais interessados.

Nosso curso será divido em 4 grandes blocos:

Primeiro bloco
Conhecimento do mercado e dos nichos
Este será o módulo inicial em que a questão do negócio é discutida tanto nas suas questões mais gerais, comuns a todos os segmentos, quanto nas específicas, ligadas ao mercado verticalizado, em que cada especialidade é avaliada para que os participantes possam se localizar nas várias dimensões do negócio.

Segundo bloco
Conhecimento do conceito editorial
Tratará das discussões em torno do metier do editor/publish, da cadeia produtiva do livro, da edição e produção editorial, do desenvolvimento de projetos gráficos, dos direitos autorais, das questões que envolvem a decisão e o fazer editorial e que tornam possível a transformação dos originais em livro, em produto. Ou seja, o estudo das competências básicas que permitem aos profissionais criar produtos, desenvolver projetos, negociar direitos autorais com autores e editores, estabelecer contratos, etc.

Terceiro bloco
Conhecimento de marketing, comercialização e divulgação
Analisará o produto e sua colocação no mercado: todas as ações que podem e devem ser desenvolvidas para que o livro chegue de forma eficaz ao seu consumidor final; do marketing à imprensa, dos canais de divulgação aos de distribuição e vendas. O papel dos agentes literários na obtenção de títulos e no agenciamento de autores. As novas mídias e o futuro do mercado editorial.

Quarto bloco
A cadeia produtiva final
Discutirá o ponto de chegada da produção editorial: a produção gráfica. Abordará as questões essenciais de custo e formação de preços que interferem de forma radical na definição do produto, na sua tiragem, no ponto de equilíbrio.

Fechamento
1. O projeto editorial
Workshop de simulação de um projeto editorial. Atividade individual ou conjunta.

2. Convidado especial
Um profissional fala de seu métier.

ESTRUTURA DO CURSO

O Mercado

Abertura
1. Mercado editorial brasileiro.
a. Atualidade e perspectivas.
b. Novos negócios na área e presença de editoras internacionais.
2. Plano de negócios. A antevisão do negócio que se pretende criar. O que planejar antes da tomada de decisões.
A escolha do ramo editorial e características dos mercados
a. Por que e para quem editar livros em cada área escolhida.
b. O mercado hoje e perspectivas.
1. Livros Universitários
2. Livros Infanto-Juveni
3. Livros Técnico-Científicos e Profissionais
4. Livros de Interesse Geral (Trade Books)
5. Livros Escolares

Conceito Editorial

  1. O papel do Editor. Aspectos culturais e comerciais.
  2. O papel do Publisher. Aspectos culturais e comerciais.
  3. Produção editorial – do autor ao livro. A cadeia produtiva que transforma o original em produto.
  4. Projeto gráfico: o papel do design na configuração do produto livro.
  5. Direitos autorais – aspectos relevantes. Conceitos básicos de Direitos Autorais. Casos especiais: creative commons, direitos conexos, internet, etc.

Divulgação, Marketing, Comercialização, Distribuição e Negociações
1. Assessoria de imprensa para o mercado editorial.
2. Fundamentos de marketing e sua aplicação ao mercado editorial.
3. Divulgação, distribuição e vendas de livros escolares: o mercado público e privado.
4. Distribuição e vendas: mercado de edições gerais.
5. O agente literário e seu papel no negócio editorial.
6. Novos produtos e novas mídias.

A cadeia produtiva final
1. A produção gráfica.
2. Custos e formação de preços.

O Projeto Editorial
Workshop final utilizando os conhecimentos adquiridos no curso.

Palestra de encerramento
Encontro com um profissional importante da área editorial.

Docentes
Wander Soares, economista, foi diretor de marketing da Editora Ática de 1975 a 1990 e da Editora Saraiva de 1990 a 2004. Atualmente é consultor independente em negócios editoriais; Marcelo Melo, administrador de empresas, fundador da Negócio Editora, diretor da Editora Virgília; Marcos Pereira, engenheiro, foi editor da Salamandra e hoje é editor e sócio-proprietário da Editora Sextante; Rogério Gastaldo é sociólogo e gerente editorial da Editora Saraiva; Bruno de Carli, engenheiro e administrador de empresa, Diretor e responsável pelo projeto “Pasta do Professor”; José Castilho Marques Neto, doutor em Filosofia, é diretor-presidente da Fundação Editora da Unesp e secretário-executivo do PNLL; Vicente Paz Fernandez, professor e editor, foi diretor-presidente das Edições Escala Educacional; Alexandre Martins Fontes, publisher da Editora WMF Martins Fontes; Pedro de Almeida, jornalista e editor com curso de Marketing pela Universidade de Berkeley; Laura Bacellar, é editora independente; Francisco Homem de Melo, designer, professor-doutor da FAU-USP; Maria Luiza Egea, advogada, diretora da Associação Brasileira de Direito Autoral (ABDA) e da Associação Brasileira de Autores Visuais; Plínio Cabral, advogado, autoralista, membro da Comissão especial de Propriedade Imaterial da OAB e consultor da Associação Brasileira de Direito Autoral; Maria José Rosolino, graduada em Comunicação Social, mestre em Hospitalidade pela Anhembi-Morumbi onde é professora e coordenadora do curso de Produção Editorial; Kátia Saisi, jornalista, é diretora da Pluricom; Alfredo Chianca, engenheiro, foi diretor comercial e editorial da Editora Ática até 2006; Gerson Ramos, atuante no mercado editorial e livreiro há 25 anos, atualmente é diretor de compras da Distribuidora Superpedido; Lucia Riff, psicóloga, agente literária desde 1991 e diretora da Agência Riff; Rodrigo Paranhos Velloso, diretor de desenvolvimento de negócios do Google; Marcia Signorini é arquiteta, doutora pela FAU-USP e diretora da Signorini Produção Gráfica; André Luis Castro é editor executivo da Ediouro Livros; Eduardo Blücher, engenheiro, editor da Editora Blucher; Luciana Vilas Boas é jornalista e publisher da Editora Record.

Inscrições
As vagas, em número de 40, para o Curso de Extensão em Edição – o livro como negócio e produto estarão abertas para todos os interessados portadores de Diploma Universitário nas áreas de Edição, Editoração, Letras, Biblioteconomia, Administração, Jornalismo, Tradução, Comunicação, Publicidade, Marketing, Ciências Humanas, Informática, Direito e áreas afins.

Poderão inscrever-se os profissionais sem formação superior desde que possuam, no mínimo, 3 anos de atuação no mercado editorial e/ou livreiro.

Os candidatos deverão apresentar os seguintes documentos:
1. Cópia de CPF e RG;
2. Currículo atualizado;
3. Cópia do Diploma de Ensino Superior ou comprovação de tempo de trabalho na área;
4. Uma foto 3×4.

Caso haja número de inscrições superior ao de vagas haverá uma entrevista seletiva.

Investimento
R$3.500,00 (04 parcelas de R$875,00)
R$2.800,00 (04 parcelas de R$700,00) para sócios da CBL, SNEL, Abrelivros, LIBRE, ABDR e outros órgãos da classe, funcionários de editora, jornais e órgãos públicos, jornalistas, estudantes, professores e bibiliotecários.

Local do curso
Próximo ao Metrô Paraíso – a ser divulgado até dia 30 de agosto.

Inscrições – Procedimentos
1. Pedimos o envio da ficha de inscrição para pré-reserva.

2. O pagamento poderá ser feito à vista ou em 4 parcelas – sendo a 1ª parcela na assinatura do contrato, em depósito bancário, conforme dados no item 3. As parcelas restantes poderão ser pagas:
a. com cheques pré-datados (para 30, 60 e 90 dias), que deverão ser entregues no 1º dia do curso, ou
b. em boletos bancários que serão enviados pelo Banespa/Santander, via correio.

3. Dados para o depósito:
FUNDAÇÃO EDITORA DA UNESP
CNPJ: 54.069.380/0001-40
Banespa/Santander (033)
Agência 0239
c.c.: 13.003.063-4

4. Solicitamos o envio do comprovante de depósito, via e-mail: universidadedolivro@editora.unesp.br, ou via fax – (11) 3242-9613.

Critérios de aprovação

  1. Comparecimento a, no mínimo, 75% das aulas
  2. Presença nos seminários de discussão dos trabalhos
  3. Apresentação de trabalho de conclusão de curso

Carga Horária: 130 horas
Sendo:

  • 70 horas/aula
  • 10 horas/seminário
  • 10 horas/orientação de trabalho
  • 40 horas/elaboração do trabalho de fim de curso

Início das aulas: 15 de setembro de 2009

As aulas serão ministradas duas vezes por semana, durante 3 meses consecutivos: setembro, outubro e novembro, às terças e quartas, das 19h às 22h. Os alunos terão mais 3 meses para orientação e elaboração da monografia ou trabalho de conclusão de curso. Ao final, terão direito ao Certificado de Extensão, expedido pela Reitoria da UNESP.

INSCREVA-SE AQUI
Inscrições em agosto com Daura e Tatiana
E-mail: universidadedolivro@editora.unesp.br
Tel.: (011) 3242-9555
Mais informações pelo site www.editoraunesp.com.br

O que é um livro?

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No último post falamos de um pequeno resumo da hisória do livro, mas o que é um livro em si? Será apenas sua definição técnica, um agrupamento de folhas com uma capa, recheado de informações? Ou terá também sua explicação conotativa, como um transporte para mundos diferentes, o caminho para uma vida mais sábia? Vamos discorrer um pouco sobre isso.

De acordo com o dicionário Houaiss, um livro é uma “coleção de folhas de papel, impressas ou não, cortadas, dobradas e reunidas em cadernos cujos dorsos são unidos por meio de cola, costura, etc., formando um volume que se recobre com capa resistente”.

Na popular Wikipédia, um livro é “um volume transportável, composto por páginas encadernadas, contendo texto manuscrito ou impresso e/ou imagens e que forma uma publicação unitária (ou foi concebido como tal) ou a parte principal de um trabalho literário, científico ou outro”. A UNESCO, em uma conferência realizada em 1950, diz que um livro deve ser uma publicação não-periódica literária contendo mais de 48 páginas, sem contar as capas. Uma explicação muito bizarra pro meu gosto, mas serviam para fins tributários e legais.

Agora, pergunte para uma criança que acabou de aprender a ler e pegou em suas mãos um livro de contos para ler, e mergulhou em um novo mundo de fantasia. Ou então pergunte para um analfabeto que segura um livro que ensina as letras o que é aquele amontoado de papel ecadernado para ele. Uma neta que tem guardado o antigo e precioso livro de receitas de sua avó já falecida, única lembrança física que tem dela, contendo a maravilhosa receita do biscoito que ela comia quando era criança, vai achar esse conjunto de papéis dobrados e encadernados com cola muito mais do que um produto.

Qual será o valor de um compẽndio médico para um residente em medicina? E o que, além de tinta e palavras, contém em uma Bíblia para um fervoroso cristão? E a própria História, não existiria de forma tão precisa como a conhecemos hoje se nao fosse a preservação dos livros que trazem as datas, os acontecimentos e as vidas de pessoas em suas páginas. Um livro evita que uma pessoa se esqueça e também que caia no esquecimento. Evita (ou tenta evitar) que erros sejam cometidos novamente.

Até para nós, Designers de livros, esses obejtos possuem um valor muito maior do que o denominado pelos termos técnicos. O resultado de nossos trabalhos é o livro, esse mesmo que encanta e informa outras pessoas. É o que traz nosso sustento, é o que nos orgulha quando está pronto, é o que gera muitos empregos além do nosso. É o que traz reconhecimento ao autor, é o que salva vidas, é o que tira pessoas da ignorância.

Caramba, o livro é muito mais do que um limite mínimo de 48 páginas para existir e ser tributado. Quem mandou queimar os livros na época de nazistas, apesar de violento, é um dos que realmente sabia o que é um livro, compreendia e temia seu valor. Até mesmo a internet, tão comemorada como transmissora de informação a todo o mundo, não existiria sem o livro. É impossível imaginar o mundo sem livros.

Eu compartilhei meus pensamentos com vocês. O que é um livro para vocês?

Hoje vamos falar um pouco sobre a história do livro. Todos nós já nascemos em um mundo onde os livros já existem há muito tempo, forrando prateleiras, figurando em filmes, vendendo em livrarias. Por isso, poucos acabam se perguntando de onde ele veio, de onde surgiu.

Esse post fará um pequeno resumo sobre a nada desimportante história do livro. Boa leitura.

O livro como o conhecemos hoje não data de muito tempo atrás. As primeiras idéias primitivas (mas não menos importantes) de livros surgiram há mais ou menos quatro mil anos atrás, na época dos egípcios. Para registrar seus documentos, largas folhas de palmeiras egípcias eram utilizadas, transformando-se depois no papiro que conhecemos hoje, que nada mais é do que o talo dessas mesmas folhas triturados, entrelaçados e secos.

Os escribas egípcios, de certa forma, já se preocupavam com o arranjo do texto na “página”, uma vez que escreviam em colunas e inseriam ilustrações em seus textos. Após terminados, os papiros eram colados uns aos outros, e eram guardados enrolados – alguns chegavam a medir 20 metros de comprimento, suuuper prático de se ler em uma viagem ou na cama.

413px-Joseph_Smith_Papyrus_Segment_IVPapiro egípcio (crédito: Wikipédia)

A substituição do papiro chegou, provavelmente, com Eumênio II, rei de Pérgamo (197-158 a.C.), na Ásia. Ele foi obrigado a pesquisar um novo tipo de base para seus documentos depois que Ptolomeu Epifânio, de Alexandria, proibiu a exportação do papiro. Surgiu então o pergaminho, ou pergamenum, a membrana pergamena. Uma pele de animal (geralmente de um carneiro) era esticada em um caixilho, seca, branqueada com giz, polida e alisada com pedra-pome.

Os pegaminhos, por serem mais resistentes do que os papiros, podiam ser dobrados com mais facilidade, aposentando a moda do documento enrolado. Daí surgiram os códices inventado pelos gregos e romanos, onde folhas eram dobradas e juntas borda com borda em uma das margens, com blocos de madeira cobertos por cera. A palavra página,usada para denominar o lado de uma folha, vem do latim pagina, ou “algo atado”.

O papel (nome derivado de papyrus em latim ou papuros, do grego) foi criado na China em data ainda não confirmada, variando entre 200 a.C. e 104 d.C., e eram confeccionados com a casca da amoreira ou com o bambu cuja polpa esmagada era transformada em fibras, espalhada sobre um tecido e deixada assim para secar.

O nome livro deriva do latim líber, enquanto o nome book data do tempo dos saxões, derivando do saxão bok, em inglês beech tree, literalmente faia, um tipo de árvore. Na época em que esse povo viveu, os domcumentos eram escritos em tábuas feitas com essa árvore.

É chinês o livro mais antigo de que se tem notícia. O Diamond Sutra é do ano de 868 d.C., e ficou escondido por muito tempo em uma caverna fechada no noroeste da China. O conteúdo, feito de textos e ilustrações, é de cunho religioso, e é considerado um dos mais importantes do documentos do Budismo.

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Diamond Sutra (crédito: Wikipédia)

O primeiro livro impresso com tipos móveis, a Bíblia, foi produzido por Johannes Gutenberg, alemão nascido na cidade de Mogúncia, no ano de 1455. Essa tecnologia desenvolvida por  Gutenberg derivou de seus conhecimentos em metais e de prensas utilizadas para esmagar uvas no processo de fabricação do vinho.

Gutenberg_BibleA Bíblia de Gutenberg (crédito: Wikipédia)

Porém, o uso de tipos móveis já havia sido utilizado muito tempo antes pelos asiáticos, com livros datados de 1377 pelos coreanos e impressões em blocos de madeira do século VII pelos chineses, que também já usavam os tipos para imprimir cédulas de dinheiro e cartas de baralho. Em 868 d.C. um cânone do budismo Thervada fez uso de 130 mil blocos de madeira para imprimir o livro Triptaka em xilogravura.

Bem, essa foi uma pequena parte da história do livro, que com certeza possui milhares de outros fatos que permeiam esses mais importantes que apresentei agora. Esse diminuto resumo foi baseado no livro O livro e o designer II, de Andrew Haslam.

Novo compromisso

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Desde o início, meu objetivo em criar esse blog era o de discutir a respeito de tudo o que fosse relevante para o Design de Livros e, por mais que não pareça, o número de assuntos é muito abrangente.

Então, por uma falta de tempo que ia além de minha culpa, coloquei no ar menos posts do que gostaria, e tratando de menos assuntos do que deveria. Tudo o que falei está relacionado ao Design de Livros, mas não com a profundidade que eu queria ter tratado desde o início.

Assim, com o aumento de visitas do blog, ,com uma pequena sobra de tempo e com uma vontade maior ainda de escrever sobre essa arte maravilhosa, os posts que passarão a ser vistos por aqui serão mais parecidos com o que eu esperava.

Prometo trazer mais assuntos técnicos, tutoriais, discussões e muito mais.

Obrigada por continuarem comigo, e não deixem de assinar o RSS e comentar sempre que possível!

Eu não sei quanto a vocês, mas uma das coisas que eu mais amo ao ter um livro físico nas mãos é o seu cheirinho. Seja de novo, seja de antigo e guardado, esses cheiros nunca conseguirão ser imitados por um inodoro e-book.

Mas, se você adora o seu Kindle ou só lê seus ebooks em seu smartphone (ocupa menos espaço na mochila e dá pra levar até pro banheiro do serviço), pode matar a saudade com o Smell of Books, cheiro de livro em lata spray!

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Parece bizarro… e é.

E mais! O produto bizarro vem em três diferentes modelos. Pode ser o New Book Smell, que seria o meu preferido, com aquele cheiro de livro que acabou de sair da gráfica, e chegou fresquinho na livraria. O Classic Musty Scent promete dar o clima ideal quando você ler Shakespeare, e o Eau you have cats é aquele cheiro de livro que você pegou lá na casa da sua avó pra dar uma folheada e se inspirar nos clássicos.

O Scent of Sensibility serve para ler Jane Austenm e sua venda tem desconto para Clube de Leitura. Finalmente, o Crunchy Bacon Scent, que é para melhorar o café da manhã, não é recomendado para vegans e não é kosher. O preço não é em conta, caso você tenha gostado da idéia. Os preços variam de US$5,00 para o de Bacon até US$29,00 com o modelo mais novo, o New Book Smell.

Os avisos de uso são ótimos. Não se deve usar em um Zune; Não se deve usar em livros pegando fogo; Não se deve usar em trnasporte público; entre outros ótimos…

Mas, se você acha que esse post é sem sentido e só um passatempo aqui da autora, engana-se. Latinhas de cheiro de livro podem trazer muito mais problemas do que vocês imaginam. A fabricante do produto, DuroSport Electronics, alega estar sendo ‘atacada’ pela The Authors Guild’ uma associação que protege os direitos dos autores de livros. O que uma coisa tem a ver com a outra? Leia trechos do aviso abaixo:

“Ao mesmo tempo em que apreciamos os esforços para melhorar a experiência da leitura digital, acreditamos que esse produto representa uma ameaça significativa ao desenvolvimento dos direitos de aromas, impactando contra os direitos de nossos membros.

É importante notar que na era digital os livros e os cheiros de livros se dissociaram. No futuro esperamos que os autores participem do desenvolvimento de aromas personalizados para seus livros. Esses direitos olfatórios constituem em um direito derivativo a ser licenciado separadamente. A preservação desses direitos é essencial enquanto os autores exploram novos mercado e canais de distribuição.

Autorizar terceiros a produzir “cheiros” para um livro altera substancialmente o trabalho subjacente a um grau que atente contra os direitos autorais do autor, para não mencionar sua visão artística.”

A associação pede para que a empresa retire os produtos do mercado. O post seguinte do site é um recall de todos os produtos, os quais a DuroSports afirma a possibilidade de estarem com defeito. Seria uma forma de evitar problemas?

Nero Tarlev, da DuroSports, comenta a carta em seu blog: “Não tenho certeza, mas eu acho que essa auto-proclamada ‘guilda’ é um departamento do governo que supervisiona os boêmios que escrevem as histórias. Estou checando com nossos advogados para ver se responderemos a esse ‘nonsense’ ou se retalho essa carta.”

Um produto inocente que virou um caso de direitos autorais e repressão do governo?

O que você acha? É um exagero da The Authors Guild? Ou você acha que eles estão certos ao defenderem esse tipo de direito dos seus membros? Aromas de livro necessitam de direitos autorais?

A DuroSports, ao anunciar seus produtos, não diz necessariamente que um de seus modelos seja diretamente associado a um autor, então a acusação não é válida? Os frigoríficos poderão cobrar os direitos da imitação do aroma de bacon?

E quando os direitos são contra eles? Nós designers temos muitos problemas com ilustrações utilizadas mas não pagas, diagramações e layouts que são utilizados mais de uma vez sem nossa permissão, idéias roubadas… e nesse caso, o que eles tem a dizer?

UPDATE: No dia 30 de Junho a leitora Cynthia nos avisou de que essa notícia é falsa, com nota publicada pelo Click 21. Obrigada, Cynthia! Ainda assim, não deixaria de ser uma idéia engraçada, né?

Quantas vezes por dia não vemos aqueles cartazes coloridos misturados à sujeira e ao barulho da cidade? Shows de funk, de pagode, de mulheres dançarinas… vemos de todos os tipos, e são tantos que quase já não são mais vistos. Alguns dizem que enfeiam a cidade, já suja e saturada e poluição. Outros tratam o lambe-lambe como expressão de arte, e até colecionam exemplares.

Você já parou para imaginar de onde vêm esses lambe-lambes? Quem faz isso? São peças que parecem ter parado no tempo, que ainda utilizam a mesma tipografia de tantos anos atrás. Apesar dos assuntos que retratam terem se adaptado ao nosso tempo, o papel colorido e fino, a tinta bicolor e as grandes letras esticadas parecem pertencer a todas as épocas.

O vídeo abaixo mostra isso e muito mais sobre esses cartazes. A Gráfica Fidalga fica em São Paulo, e produz pôsteres em uma impressora alemã de 1929, que utiliza letras de madeira entalhadas. Chamado de “lambe lambe,” o fino papel usado nos pôsteres é colado com cola de arroz. Graças à Galeria Choque Cultural, que regularmente produz pôsteres para suas exposições com a  Gráfica Fidalga, eles conseguem sobreviver, mas ainda precisam de ajuda. Caso esteja interessado, contate o diretor da galeria Eduardo Saretta.

Aposto que, depois de assistir ao vídeo, os lambe-lambes passaram a ter valor sentimental para você. Depois de perceber o amor com que são feitos, a paixão que é dosada em sua produção, e da história de vida de seus produtores, não há como não olhar pra um deles agora e não dar um pequeno sorriso.

Em um mundo aonde as coisas são tratadas com indiferença, aonde gráficas gigantes e mecanizadas produzem milhões de peças por dia, existem três caras que amam o que fazem, que passaram a vida inteira se dedicando a isso, e que “sentem a dor” da máquina quando ela tem um problema. Não precisamos todos fazer isso, mas dá um gostinho a mais na profissão ver outras pessoas que também gostam de artes gráficas a esse ponto.

Para quem acha que isso não teve nada a ver com Design de Livros, sugiro apreciarem a capa do ótimo volume e referência “Pensar com tipos”, de Ellen Lupton. São quatro tipos de capa, todas impressas em impressoras de lambe-lambe. Uma ótima idéia, com um acabamento alternativo e bonito. Confira terechos dele aqui.

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Créditos: Mural CDesign

Em tempo: Caso você também aprecie essa arte neglicenciada, recomendo uma noite no bar Exquisito!. Lá, além do ambiente diferente e da comida boa, é possível ver paredes forradas dos mais diversos lambe-lambes, das mais diversas épocas, além de cartazes antigos do nosso cinema nacional.

A dica do vídeo que inspirou esse post é do Rodrigo Bruno.

Para todo bom designer, referências são essenciais. É sempre bom ter aquela seleção especial de bookmarks, ter alguns daqueles livros que são um apanhado do que de melhor foi feito pelo mundo afora…

Porém, um bom Designer de livros deve ter aquela coleção que ele tanto gosta, com capas bem trabalhadas e ilustradas. É uma maravilha, pra quem está sem inspiração, poder ir até a prateleira da sala ou do quarto e pegar uns bons exemplares guardados.

Quando não dá para fazer isso e estamos em um daqueles lacks de criatividade, vamos a qualquer livraria nos esbaldarmos em novidades, cheirando o delicioso cheiro do papel e da tinta, invejando alguns livros que queríamos ter, seja em hypes como a Fnac e a Livraria Cultura ou em pequenas livrarias de bairro.

Entretanto, alguns exemplares não são mais vendidos, ou você quer guardá-los, e estão caros! O que fazer então?

Foi uma longa enrolação, mas gostaria de compartilhar dois sites interessantes que trazem novas funcionalidades à internet.

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Estante virtual (http://www.estantevirtual.com.br)
Cansado só de pensar em ter que procurar algum livro em um sebo? E se eu morar no Espírito Santo e não tiver nenhum por aqui? E se o que eu quiser estiver em São Paulo? É aquele livro indispensável, aquele achado fabuloso. O estante Virtual é uma das melhores idéias de mercado na internet na minha opinião. É um aglomerado de sebos em um só site! Você nem ao menos precisará ficar rodando de site em site!

Além disso, a publicação dos produtos segue um padrão, facilitando ainda mais as coisas. Ao escolher um livro, você já é informado a respeito do local de origem do livro, e já pode calcular um frete próprio do sebo. Se cadastrou, pagou e recebeu, muito simples. Já testei e recomendo.

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Trocando Livros (http://www.trocandolivros.com.br)
Faz um tempo que você já não é mais criança, mas os seus livros infantis ainda se acumulam em um baú no canto do quarto. Ou você ganhou um livro que já tinha, ou que não gostou (acontece. Sério). O que fazer? Passar a outro amigo? Mas que dó ficar sem nada em troca! Não no Trocando Livros! Poste o seu livro (que às vezes é reconhecido pelo ISBN) e espere alguém se interessar por ele.

Se alguém requisitar seu livro, envie pelos Correios no endereço indicado o mais rápido possível. Confirme seu envio e ganhe um crédito, que pode ser utilizado para pedir outro livro que esteja disponível no site. Simples assim! Também já testei esse e digo que funciona!

Hoje em dia, você não é nada se ninguém te conhecer. Sim, às vezes temos que ser um pouco chatos e insistir para que conheçam o que fazemos e quem somos, para que lembrem da gente um dia desses. Popularmente, isso é conhecido como networking, o ato de ir atrás e fazer contatos para fins profissionais.

Pessoalmente, eu não gosto muito disso, e confesso não ter paciência para ir em festas só para conhecer pessoas que talvez não tenham uma conversa que eu gosto. Prefiro ir apenas a eventos que me agradam. Se você é que nem eu, e também é tímido e acha que está perdido no mundo, então você precisa encontrar outros métodos para se promover e mostrar seus talentos a todos. Afinal de contas, não é impossível que uma empresa acabe promovendo seu serviço por sua qualidade, mas isso não é muito comum. Quanto mais você conseguir mostrar ao maior número possível de pessoas como é seu trabalho, mais fácil será alguém lembrar de você na hora de chamar alguém para um novo serviço, freela ou até emprego.

Abaixo, sugiro alguns sites para que, em plena era digital, você possa se promover utilizando a grande rede. Nada mais fácil, contanto que você não se esqueça do bom senso.



linked
Um orkut para profissionais
http://www.linkedin.com
O LinkedIn pode parecer o orkut em sua descrição, mas é totalmente voltado para profissionais. No LinkedIn você encontra pessoas que falam sobre sua carreira, seu emprego, suas habilidades profissionais e que divulgam seus portfolios, sites e trabalhos. Nele, é possível adicionar contatos profissionais ou de faculdade, recomendar pessoas e pedir para ser apresentado a alguém que pode ser interessante a você. Indispensável ter um perfil lá.



plaxo
Uma agenda online
http://www.plaxo.com
Ainda no estilo orkut, porém mais útil, o Plaxo permite que você preencha seu perfil e compartilhe com quem mais possuir conta no site. O grande trunfo do Plaxo é que ele funciona mais como agenda do que como rede social, já que você pode adicionar todos os contatos que quiser, tendo eles o Plaxo ou não. Para quem não tem, você pode enviar um email pedindo que a pessoa atualize seus dados (são dados reais, como telefone, endereço e contato profissional), e para quem tem, basta estar conectado com a pessoa, que cada vez que ela modificar os contatos dela, você ficará atualizado. Além desse serviço legal, o Plaxo possui um plugin que atualiza também sua agenda do computador, que por sua vez pode ser sincronizada com a agenda do celular. Assim, você tem sempre os contatos mais recentes sempre à sua disposição. Ah, e o Plaxo também avisa por email (e adiciona na agenda do seu celular) uma semana antes todos os aniversariantes cadastrados. É uma mão na roda para organizar seus contatos e se mostrar super organizado e atento aos seus conhecidos.



deviant1
Um portfolio artístico
http://www.deviantart.com
Se, além de suas habilidades de designer, você também possui uma mão boa para ilustrações, pinturas, fotos ou outros trabalhos artísticos, o Deviantart é o local ideal para expor seus trabalhos, uma vez que funciona como uma comunidade de artistas com o objetivo de mostrar seus trabalhos. Ter uma conta no Deviantart já é um pressuposto de que você faz coisas legais. Lé estão expostos muitos trabalhos de qualidade, e os cadastrados tem o costume de comentar no perfil dos colegas. A parte especial do Deviantart é que, além de expor seus trabalhos, você também pode colocar um preço neles, e vendê-los pela Internet.



design-related
Reunindo designers
http://www.designrelated.com
Se você quer um espaço aonde possa conversar com colegas de profissão, trocar contatos, idéias e mostrar seu trabalho, o Design:related é o que você procurava. Com um visual clean e bem planejado (queria o quê de uma comunidade de designers?), você se cadastra e pode informar os locais aonde já trabalhou e o que fez de mais importante neles. Além disso, pode ter um portfolio público, e também adicionar sites, revistas, trabalhos e outras referências que te ajudam a criar. Lá você encontra designers, diretores de arte, criadores e todo tipo de gente ligado à área. Vale ter um perfil lá para fazer contato com gente específica.



coroflot
O portfolio
http://www.coroflot.com
Você pode perguntar para qualquer designer que esteja sempre de olho no mundo virtual, que todos vão dizer que possuem um perfil no Coroflot. Esse site é ideal para apresentar seus trabalhos profissionais, procurar jobs (em sua maioria internacionais) e conhecer o trabalho de outros profissionais, e até encontrar alguma inspiração. Confira também o FigDig e o Cabonmade (pago).



flickr
Fotos bem apresentadas
http://www.flickr.com
Se você já passou da época do Fotolog, aonde tinha que esperar até de madrugada para poder subir suas fotos, está na hora de conhecer o Flickr. Visual bonito, que privilegia a foto e não o resto, esse site possui cadastro gratuito e permite o envio de até 200 fotos. É mais do que o suficiente para mostrar quem você é  e divulgar seu lado artístico mais fotográfico, apresentar lugares para onde viajou, etc. O Flickr não gosta muito que os usuários postem imagens com seus portfolios de sites, folhetos e outras peças, por isso evite fazê-lo. Utilize o Flickr para mostrar seu lado pessoal, que importa bastante para as empresas hoje em dia.



wordpress
Um blog para todos
http://www.wordpress.com
Não, o WordPress não é nenhum site social de comunidades. Se você o visitar, verá que é um dos melhores hospedeiros de blog da Internet. O melhor de tudo: é gratuito. Mas o que fazer com um blog? Oras, sua imaginação é quem vai mandar! Escreva sobre algo de que você entenda, ou de algo que pretende descobrir, e publique seus achados no blog. Podem ser opiniões, coisas interessantes encontradas em outros sites (sem nunca esquecer o crédito, claro) e até devaneios. O que importa é que o blog deve refletir sua personalidade, seus interesses e sua capacidade de escrever bem e legal.

Seu site
Além de todos esses sites recomendados, nada mostrará mais o que você é senão seu próprio site. Se você entende do negócio, poderá fazer seu site com a sua cara, do seu jeito. Se não entende, poderá contratar alguém (todos os tipos de designer merecem serviço! Deixe alguém que sabe fazer o serviço) que fará ao seu gosto. Para a hospedagem, recomendo o Dreamhost, que é internacional, confiável e barato. Porém, é necessário possuir cartão de crédito internacional para fazer o pagamento. O domínio pode ser comprado em sites de grande porte, como o GoDaddy ou o brasileiro Locaweb.

Cautela, educação e cultura
Não adianta nada você entrar nos sites sugeridos e criar um perfil em todos eles, e não atentar para o conteúdo. É necessário que as pessoas que os visitem tenham o que ver, o que ler, e gostar disso. Utilizar gírias, xingamentos e escrever errado são os pecados dos pecados. Faz com que todas essas ferramentas, ao invés de ajudar, estraguem de vez sua reputação. Procure estar sempre bem informado a respeito das últimas notícias, História, Internet, etc., e tenha o que dizer! Boa sorte.

Se você gosta de livros, é quase certo que também aprecia a arte da tipgrafia. Afinal de contas, um bom tipo contribui imensamente para um bom livro, um bom design de um livro. Escolher a fonte de um livro pode demorar horas, porque qualquer designer sabe que pode arruinar seu trabalho se utilizar mal uma fonte.

Então, para quem é bom apreciador de fontes, sugiro aqui um site que realmente faz jus ao seu nome. No I love tipography você encontra posts gigantes com muita, muita referência, tirada de todos os cantos possíveis, com vídeos, all type art e outros. O site também conta com entrevistas a profissionais no assunto, imperdíveis, e avisos de lançamentos de novas famílias e tipos.

Site bonito pra caramba. Quer maior amor às fontes do que esse?

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