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Arquivo da categoria: mercado de trabalho

Qualquer post relacionado à área de atuação do designer de livros, como profissão, empregos, o que esperar, etc.

Entrevista TVT – Programa Clique e Ligue

No dia 02 de agosto dei uma entrevista para Marcelo Godoy no programa Clique e Ligue. Nele, falo sobre eBooks, eReaders, o mercado dos livros digitais nacionais e também sobre a profissão do Designer de eBooks.

http://tvt.vflow.tv/api/embed.js?idContent=6005 (Sinto muito, o WordPress é chato e não me permitiu colocar o vídeo aqui :P)

O link para toda a matéria é esse.

Uma foto dos participantes, via Regina Azevedo.

 

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Cursos da Universidade do Livro

AÇÕES INOVADORAS DIGITAIS NO NEGÓCIO EDITORIAL

Carga Horária: 6 horas
Data: 04 a 05 de julho de 2011
Horário: 18h as 21h

Conteúdo
A crescente penetração das tecnologias digitais em todos os âmbitos da vida humana na última década tem causado transformações sociais sem precedentes na nossa história que afetam todas as áreas do conhecimento. O negócio editorial não é exceção. O ambiente hiper conectado e informacional que a internet e os dispositivos móveis nos oferecem trazem inúmeras novas oportunidades para oferecer conteúdos adequados aos diversos públicos nesse novo cenário. No entanto, o novo contexto também traz novos desafios que precisam ser considerados na atuação nesse mercado em transformação. O jogo mudou e é necessário conhecer as novas regras para participar. Esse curso visa familiarizar o participante com o cenário digital atual e as tecnologias emergentes que afetam o negócio editorial, bem como discutir o futuro desse mercado e estratégias de negócio nesse novo contexto digital. Para tanto, serão apresentados conceitos e fenômenos relacionados à transformação digital do mercado bem como cases ilustrativos com ações inovadoras usando tecnologias digitais.

Mais informações nesse link.

PRODUÇÃO GRÁFICA EDITORIAL

Carga Horária: 15 horas
Data: 11 a 15 de julho de 2011
Horário: 18h as 21h

Conteúdo
A anatomia do livro. O processo de produção, suas variáveis e mecanismos de controle. A pré-impressão – texto e imagem; fotografia, ilustração, softwares de editoração eletrônica e tratamento de imagens. Fotolitos e provas, sistemas analógico e digital (ctp/dtp). A impressão: sistemas, papéis e tintas de impressão. Impressão em baixas tiragens (on demand). O acabamento: formatos, montagem dos cadernos, colecionamento e encadernação, acabamentos especiais. Critérios para avaliação da qualidade do produto. Critérios de escolha de fornecedores de material e serviços gráficos. Estudo de casos.

Mais informações nesse link.

O ‘PASSO A PASSO’ DA PRODUÇÃO EDITORIAL: ACOMPANHAMENTO DOS TRABALHOS DE EDIÇÃO DO LIVRO

Carga Horária: 9 horas
Data: 19 a 21 de julho de 2011
Horário: 18h as 21h

Conteúdo
1. Como funciona uma editora e como o trabalho de produção editorial se encaixa no fluxo de produção:

  1. visão geral;
  2. o relacionamento entre os vários departamentos (exemplo de como um livro caminha dentro de uma editora);
  3. responsabilidade da produção (conferência da qualidade do trabalho, esforço para cumprimento dos prazos, obediência às normas da editora/editorial, contratação de frilas, acompanhamento dos frilas ou funcionários);
  4. o que não é responsabilidade da produção editorial.

2. Os diferentes trabalhos sob responsabilidade da produção editorial:

  1. trabalhos extra-texto: capa, contracapa, orelha, folhas de rosto, ficha catalográfica, ISBN (a quem e quando requisitá-los, como aprová-los);
  2. trabalhos com o texto: explicação de cada um, quando é necessário e quando é dispensável, o que é preciso atentar, que tipo de qualidade o profissional precisa ter para executar cada um;
  3. exemplos das intervenções esperadas em cada tipo de trabalho de texto (edição, normalização, padronização, revisão de tradução, preparação, primeira prova, segunda prova);
  4. exercícios rápidos para fazer em classe.

3. Como passar trabalhos para profissionais:

  1. como selecionar frilas (indicadores de qualidade, experiência, adequação) e como evitar escolhas problemáticas (testes, indicações);
  2. como dar instruções para o trabalho (nível de intervenção, exemplos do que se espera, prazo, folha de dúvidas, quando consultar autor/editor/produtor);
  3. como acompanhar o trabalho (programação de prazo, telefonemas ou verificação com funcionário, teste de um capítulo);
  4. como verificar um trabalho feito;
  5. principais problemas ao lidar com frilas (sinais de alerta, soluções);
  6. principais problemas ao lidar com uma equipe interna;
  7. procedimentos gerais para garantir um fluxo tranquilo.

Mais informações nesse link.

Informações:

Fundação Editora da Unesp.
Praça da Sé, 108 – Centro – São Paulo – SP
CEP: 01001-900
Tel.: (11) 3242-9555 | Fax: (11) 3242-9613
unil@editora.unesp.br
www.editoraunesp.com.br
 

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Cursos da Simplíssimo para eBooks! Não perca!

Eu posso dar a dica porque entendo, participo e ajudo a Simplíssimo. Os cursos deles são muito bons e muito completos, sempre prezando a qualidade e aplicação prática no mercado. Se você está interessado em entrar no mercado de eBooks, que está se expandindo cada vez mais no mundo e no Brasil, é essencial fazer um curso desses.

Para quem é designer de livros, ou trabalha em editoras, ou já tem algum conhecimento na produção de livros e quer passar a produzir eBooks também, o melhor é esse:

– Dias 16 e 17 de junho – Workshop de Produção de E-books
Em São Paulo (Av. Paulista)

Já se você é bem novo no assunto, não entende quase nada desse novo mercado digital; ou já entende e quer conversar com quem já é expert no assunto e participar de uma discussão cheia de gente interessada, confira esse abaixo:

– Dia 22 de junho – Entenda o Livro Digital e seu Mercado
Em São Paulo (Av. Paulista)

O local dos cursos é acessível, ao lado do metrô Trianon, e o local possui ar condicionado e toda a estrutura para um curso. Você conta também com apostilas exclusivas, material de apoio em CD e uma ajuda do pessoal mesmo depois que o curso acabou. Corra que as inscrições estão acabando!

 

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Designer de eBooks: uma nova profissão?

Tenho acompanhado o Fernando Tavares (um dos sócios-fundadores da Simplíssimo) em diversas turmas do workshop Como produzir eBooks no formato ePub. Assim, tenho observado as dúvidas das mais de 60 pessoas que já passaram por lá.

A grande maioria trabalha no mercado editorial, seja com design, produção, coordenação, etc. As questões são muitas, mas uma das que mais chamou a minha atenção foi a questão sobre a profissão do designer de eBooks.
Afinal, essa ocupação é um designer gráfico que adquire conhecimentos de CSS e HTML ou um programador que se volta para o mercado editorial?

Dou minha opinião de designer gráfico que estuda o mercado editorial digital: estamos vendo aqui o nascimento de uma nova profissão, o designer de livros digitais.

Apesar de um designer de livros digitais possuir muitas das características de ambas as profissões que eu citei, não há como negar que essa é uma profissão única e nova.

Quais os requisitos dessa profissão?

Tanto um designer gráfico quanto um webdesigner ou programador podem entrar nesse campo, mas para os dois casos uma especialização será exigida. Listemos aqui as exigências para essa carreira:

  • Bons conhecimentos em InDesign CS5, incluindo tabulação, estilização, diagramação e fechamento em ePub;
  • Tratamento de imagens básico para que o profissional possa saber como salvar imagens nos formatos e tamanhos corretos;
  • Bons conhecimentos em CSS3 e XHTML para o refinamento do arquivo. Nada muito complexo, mas quanto maior o conhecimento, mais valorizado é o profissional;
  • Conhecimentos em formatos de arquivo, para saber diferenças entre ePub, PDF, mobi e outros, sugerindo a melhor aplicação em cada caso;
  • Conhecimentos das plataformas disponíveis para conhecer suas limitações e aplicações (ADE, iPad, Kindle, PD, Alfa, etc…);
  • Atualização constante de todas as novidades do mercado, seja em relação aos formatos como em relação às plataformas, já que esse é um mercado em plena expansão e mudança.

É tão importante assim contratar esse profissional?

Editoras serão altamente recomendadas a possuírem uma equipe específica para a produção dos livros digitais, pois ao contrário do que muitos pensam a conversão (ou produção) de eBooks de qualidade requer tempo. Isso não poderá ser feito entre um trabalho e outro do designer gráfico ou do webdesigner da editora.

Será necessário possuir expertise no assunto para que a qualidade dos arquivos possa ser garantida. Só alguém que possui as características que eu citei acima poderá garantir um bom produto a uma editora.

Como é possível se especializar?

Na internet é possível encontrar toneladas de materiais ensinando tudo a respeito de livros digitais. Mas aqui vão algumas dicas:

Boa sorte!

 
11 Comentários

Publicado por em abril 22, 2011 em mercado de trabalho

 

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Infográfico Livro vs. eBooks

Está em Inglês mas recomendo a leitura, é bem explicativo. Traz dados dos dois mercados, comparando um com  outro. Vemos que ainda existem vantagens no mercado editorial físico, mas talvez isso não dure muito.

 

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Content is the king: aprendendo com webdesigners

Pode confessar: eu sei que você tem um pouco de preconceito daquele seu primo que é webdesigner. Você, como designer gráfico ou designer de livros, se acha muito mais designer por ter que pensar em coisas mais “artísticas”, em papéis, acabamentos, tintas, tons, etc. É muito mais tradicional, muito mais puro, muito mais clássico. Pouco interessa quem é o autor do texto que irá caber nas páginas perfeitas que você irá moldar. O que importa é a arte, o cheiro, o ambiente, tudo, menos o conteúdo.

Só que agora você está olhando arregalado para o trem que vem vindo em sua direção, o livro eletrônico. Ele ainda não assusta tanto assim, mas as pessoas têm falado dele mais do que você gostaria. E, de repente, a cadeira em que você está sentado parece um pouco desconfortável. O desconhecido assusta todo mundo, e você não sabe bem o que é um livro eletrônico e nem como ele é produzido. Como assim um mesmo arquivo de livro tem que caber em uma tela colorida de toque com 3 polegadas e em uma preta e branca, fosca, de 6 polegadas? Não existe rodapé? Podemos aumentar e diminuir o tamanho da fonte? Não tenho que me preocupar mais com viúvas? Que mundo é esse?

Se você trabalha com o inDesign, deve saber que um dos recursos dele é o “Export to Digital Editions”. E sabe o que ele faz? Ele transforma o texto que você acabou de diagramar em uma página de internet, um arquivo em HTML. Códigos e tags se misturam, e o arquivo ficou uma porcaria, nada parecido com o que você acabou de fazer. Sim, o arquivo gerado não estava adequado ao seu navegador ou ao aplicativo especial da Adobe para ler eBooks. Como é?

Imprimir um livro é, vendo desse aspecto, relativamente simples. Ele é retangular, costuma caber sem problemas em um variado tipo de mãos. Mulheres, crianças, adultos, engenheiras, donos de casa, motoristas, etc. E quando o livro é muito grande ou muito pesado, basta mantê-lo sobre uma mesa e não levar na bolsa. Já um arquivo de livro eletrônico deve ser pensado e feito levando em consideração uma série de plataformas. Desde o navegador, passando por aplicativos para computadores como aparelhos diversos como iPod, Kindles, Cool-ERs, iPads e uma série de outros que você nem conhece ou que ainda nem existem.

O desafio do ePub, formato de arquivo que está se firmando como o padrão mundial em livros eletrônicos, é produzir um arquivo que consiga ser aberto e manipulado de forma fácil e funcional em uma série de lugares. O acesso a seus recursos deverá ser rápido e simples, significando que o designer deverá realizar uma inversão na ordem do seu pensamento e da sua organização de prioridades porque, dessa vez, o CONTEÚDO É REI.

Essa é uma lição que bons webdesigners sabem há muito mais tempo do que eu e você. Para termos um bom arquivo em ePub pouco importará a cor do fundo, os grafismos no final da página, as aberturas de capítulos ou os símbolos usados embaixo dos números da página. Se você não prestar atenção e não indexar corretamente todos os títulos e subtítulos, o livro eletrônico já não terá uma de suas melhores funções funcionando, o sumário.

Ou seja, é como mandar o designer não pensar no design do livro. É maluco, mas só será assim se você não enxergar que funcionalidade, usabilidade e praticidade são formas de design. Eu caminho no meio de dois mundos, já que sou designer de interfaces por formação e deisnger de livros por paixão, e acho que posso me adaptar a isso muito mais facilmente.

Em um livro, o importante sempre foi sua beleza. Imagens, fonte, diagramação, arte. Um designer realizado é aquele que olha pro seu livro feito e vê beleza nele, em suas cores, impressão, imagens, formato, olhar. O que deve ser incorporado ao designer gráfico agora é a priorização da funcionalidade. Não importa se o livro é só texto preto no fundo branco, sem a menor possibilidade de edição de fonte ou versalete. Sua beleza e o bom serviço do designer residirão no sucesso de abertura em todos os aparelhos, no tamanho reduzido do arquivo e da ausência de problemas.

Quando pensamos em um bom site, o sucesso é exatamente pelos mesmos termos. Se os usuários não reclamaram, se conseguiram alcançar seus objetivos no site, é porque ele está bom. O resto, a arte e outras preocupações, vêm depois, bem depois. E se quando o arquivo for aberto os acentos estiverem trocados, o sumário não funcionar e as fontes não aumentarem, isso significará que você falhou, mesmo com belas imagens, uma capa linda e enfeitezinhos fofos no começo do capítulo.

É cruel, mas ninguém falou que seria fácil. E pra complicar mais ainda a vida você já sabe: vai ter que aprender a mexer em HTML e CSS. Quiçá em Javascript. Pé-de-pato-mangalô-três-vezes, mas é verdade. O deisnger bom, aquele que daqui a algum tempo terá mais oportunidades, será aquele que sabe caminhar entre os dois mundos, e que poderá facilitar a vida do produtor editorial, gastar menos dinheiro da editora e entregar DOIS trabalhos bem feitos. E lembre-se de sempre levar esses dois produtos juntos. Apesar de serem coisas totalmente diferentes, eles devem ser produzidos e planejados em conjunto, e não um após o outro.

 

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Os livros eletrônicos no workflow de uma editora

Já está sendo tudo um tanto quanto assustador para todos os envolvidos no processo de produção de um livro: editores, editoras, designers, produtores editoriais, autores, revisores, enfim, toda a equipe. O livro eletrônico chegou há anos, e agora parece estar querendo comer um enorme pedaço do mercado do livro de papel.

Eu já disse aqui muitas vezes, e repito: não será tão cedo que as editoras se sentirão fatalmente ameaçadas pelo livro eletrônico, mas não custa nada começar a analisar as mudanças que esse novo produto irá trazer ao workflow da produção de um livro, já que ter esse produto em sua “prateleira” é sinal de modernização e acompanhamento de tendências.

• Inserir ou não o livro eletrônico junto ao worflow do livro comum? Bem, uma hora dessas isso terá que ser feito. Andar em separado com esses dois produtos vai significar um desastre. Infelizmente, isso deve significar mais trabalho para o produtos editorial, mas boas editoras com certeza deverão ter profissionais especializados para o acompanhamento e a checagem desse novo produto em seu catálogo.

Não é esperto separar o eBook do workflow normal do livro porque você pode acabar com dois arquivos diferentes, com padrões diferentes e conteúdo diferente. Nem todos os padrões de um livro físico serão levados ao eBook e vice-versa, mas alguns deles deverão ser mantidos, assim como certos conteúdos que deverão estar presentes em ambos os arquivos.

• Quantos formatos? Quem pensa em eBook e é do ramo editorial logo pensa em PDF. E que fácil seria se eBooks fossem apenas PDFs, já que bastariam apenas pequenos ajustes após enviar o arquivo final à gráfica. Mas não é bem assim. PDFs funcionam bem em computadores, netbooks e até no iPad, mas quando falamos de leitores específicos de eBooks, estamos falando de ePub, Mobi, PRC, AZW e outros enigmas para designers gráficos e produtores editoriais. É, vai dar dor de cabeça por um tempo, mas será totalmente necessário para a editora se adequar a esse novo glossário. Além desses, também podemos considerar os formatos TXT, RTF, DOC, entre muitos outros… de repente, o que era só UM livro, passa a ser vários.

Existem softwares que podem transformar livros e textos nesses formatos em questão de segundos. Entretanto, você confiaria em alguém que fecha um livro transformando um DOC em PDF e enviando à gráfica? Não, né? Então ficar “transformando” livros em diversos formatos apenas com a ajuda de softwares não é uma boa ideia. Talvez isso demande a contratação de gente nova.

• Novos freelancers? Daí vem a grande dúvida. A editora mantém os atuais designers de livros e diagramadores que possui ou passa a acreditar no novo formato? Sim, porque para fazer eBooks, não é preciso manjar de tipos de papel, tinta e gráfica. Será necessário entender, principalmente, de XHTML, e também de CSS, Javascript, entre outras coisas que arregalam os olhos de pessoas que passaram anos e anos mexendo com nanquim, Pagemaker e agora inDesign.

Caberá à editora a inclusão desse novo profissional em seu workflow. E isso irá significar que o editor de arte e o produtor editorial terão que ter noções desses novos formatos para saber se está tudo andando nos conformes. Se for apenas um PDF até que passa, já que arquivo fechado que é enviado pra gráfica quase sempre vai nesse formato. Mas e o ePub? Quem vai checar se os padrões estão corretos, se o código está correto? Isso é grego para a maior parte das pessoas que trabalham em uma editora, que muitas vezes procuram trabalhos como esse justamente porque escolheram nunca ter que lidar com códigos, programação e internet… se esses dois profissionais fizerem um curso sobre XHTML e algum especializado em eBooks ao menos, todos os problemas tendem a diminuir. Mas, talvez seja necessário contratar alguém que entenda desse dobrado.

O QUE FAZER?

Às editoras, a melhor alternativa é passar a desenvolver, além de seus livros de papel, versões em PDF e principalmente em ePub de seus livros. Os custos finais dessa produção não serão tão maiores do que já são, e não há nada a perder. Os formatos estarão lá, disponíveis para quem quiser. E se não quiserem, podem comprar seus livros de papel normalmente em livrarias ou pela internet. Ah, ter um site bem feito, com loja virtual funcional, também será uma boa escolha.

Aos designers e outros relacionados à produção, a melhor alternativa é parar de tremer e ir atrás. Está mais do que na hora de apostar em novas habilidades e aprender a desenvolver ePubs de qualidade que atendam ao maior número possível de aparelhos eletrônicos. Não é tão difícil quanto você imagina, e você poderá continuar fazendo seus maravilhosos livros de papel. Possuir um pé de cada lado, inclusive, deverá garantir muito mais trabalho do que você pensa.

>> Portanto, prepare-se para entrar no mundo do código, seja você editor, produtor, designer, diagramador, freelancer, etc. Se você quer acompanhar o mercado e a evolução natural das coisas, deve saber que estar preparado para tudo é o que vale.

 

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O fim do livro como o conhecemos?

A polêmica é grande. Esperei muito tempo para escrever esse artigo porque resolvi acompanhar mais alguns meses o mercado dos livros em geral para ver qual era o motivo de tanto alarde e se isso era mesmo necessário.

Assim como o título desse post, acho que quem publica matérias denominadas “O fim do livro impresso” é exagerado. Quando falam “O fim do livro” em geral então, está sendo desnecessariamente apocalíptico.

A Superinteressante é uma revista que eu acompanho e aprecio muito. Assino ela há anos, adoro as reformulações no projeto gráfico e devoro o conteúdo quando chega a minha em casa. Porém, na edição de março ela repetiu a matéria que tinha feito em setembro de 2009, apenas um pouco menor. As duas continham um título parecido com o meu: “O futuro (e o fim?) do livro” e “O fim do livro de papel”.

Mesmo concordando em algumas partes (que serão comentadas em breve) os textos caem em exageros. Dizer que o livro impresso é o próximo da lista nos substitutos, depois do CD e do DVD, por exemplo. Não acho, uma vez que is padrões para um eReader ainda não estão deifinidos, estão sendo lançados dezenas de modelos sem qualquer inovação e o mercado não está decolando como esperavam.

Aqui em nosso país, por exemplo. Uma pesquisa recente da Fecomércio mostrou que 60% das pessoas admitiram não ter o habito da leitura. Em 2008 liam-se 4,7 livros por ano aproximadamente em nosso país. Uma outra pesquisa revelou que o segundo maior motivo para o brasileiro não ler (depois apenas de falta de hábito familiar) é o seu preço. Imagine quantas pessoas irão gastar mais de 1000 reais em um Kindle ou 750 no Cool-er da Gato Sabido? Em um país cujo gasto com livros é de pouco mais de 200 reais na média, porquê alguém gastaria tanto em um gadget que terá uma nova versão e terá que ser descartado no ano que vem?

Falar que estamos no fim do livro como o conhecemos é frase para impressionar. Uma nota publicada no site Digital Book World fala a respeito da real quantidade de Kindles vendida pela Amazon. Os números são meio que secretos e imprecisos, mas uma pesquisa aponta que nos EUA apenas 2% da população que compra livros possui um Kindle. Mesmo sendo a população dos EUA do tamanho que é esse não é um número lá muito expressivo.

Não estou dizendo que o império dos livros impressos nunca vai cair. As coisas se renovam, o mundo continua a girar. Porém, ainda não creio que seja com os eReaders que iremos abandonar os livros de papel. Há de se pensar em maneiras melhores, mais revolucionárias e mais práticas de se ler um livro. Em um mundo convergente em que fazemos quase tudo em um só aparelho, são poucas as pessoas que querem carregar consigo um eReader, uma máquina fotográfica, um telefonem, um PDA. Todo mundo quer tudo em um único só aparelho para gastar menos e carregar menos coisas. Nessa mesma pesquisa que cito acima 47% dos americanos disseram preferir o PC para ler livros contra 32% que preferem o Kindle.

Daí vem o argumento sensato da última matéria da Superinteressante.Todos se impressionaram com o iPad, disseram ser o Kindle killer. O Kindle não tem todas as coisas legais e tela colorida do iPad, e o iPad não tem a tecnologia E-Ink que torna a leitura menos cansativa do que o LCD. Isso mostra que as empresas ainda não acertaram a mão. A solução é ir tentando, mas creio que a resposta não esteja em um eReader, e sim a um passo além. Já estudam telas de E-Ink coloridas e isso é muito bom, falta apenas a convergência.

Entretanto, acho que o mercado de eReaders ainda vai subir muito. Não deve abalar muito o mercado convencional de livros, mas vai abocanhar uma boa parcela da população. Aqueles que gostam de novidades, aqueles que querem seguir as tendências tecnológicas, aqueles que compram muitos livros e os que querem experimentar (acho que me encaixo em todas as opções).

Por isso, seja você designer, editor, escritor, prepare-se. Aliás, para os designer isso é só o começo de ótimas oportunidades. Não perca seu lugar ao sol no mundo dos livros eletrônicos e invista nesse mercado. Eu vou me garantir também e a apartir de agora devo falar um pouco mais sobre isso para que meus leitores fiquem informados também.

 

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Curso na Universidade do Livro – O livro como negócio e produto

Gente, vou divulgar aqui um curso que eu gostaria muito de fazer, mas que ainda não tenho condições financeiras para tanto. Aproveitem, pois é um ótimo curso e as vagas são limitadas!

CURSO DE EXTENSÃO EM EDIÇÃO

O livro como negócio e produto

Se você quer conhecer e dominar todo o processo de edição do livro, da idéia do autor até o produto final nas mãos do leitor, esta é a sua oportunidade!

Em pouco tempo você estará capacitado para gerir seu próprio negócio, participar ativamente das decisões mais importantes de sua empresa, conhecer a cadeia produtiva do livro e contribuir para o crescimento de um mercado cada vez mais importante em nosso país.

A indústria e o mercado editorial sofreram e continuam a sofrer mudanças e estão submetidos aos grandes desafios deste início de século. Para obter sucesso nesta área é necessária uma grande habilidade para identificar riscos, aproveitar oportunidades e abrir novos caminhos. Estes conhecimentos precisam nortear as tomadas de decisão.

É necessário saber planejar, crescer e produzir com qualidade, ter eficiência comercial, êxito empresarial.

Para isso é fundamental conhecer o produto, o negócio e o contexto no qual eles estão inseridos.

Objetivos do curso

  • Permitir aos profissionais e futuros profissionais do mercado editorial aumentar seus conhecimentos sobre o negócio do livro, enriquecer sua capacidade de gestão através das discussões acerca das especificidades da área, conhecer aspectos técnicos essenciais ao negócio, atualizar-se com as novas tendências e oportunidades do mercado
  • Dominar a administração do ciclo editorial produção-vendas-marketing
  • Em resumo, tornar os participantes aptos a gerir seu negócio, como proprietários, gerentes administrativos ou editoriais através do conhecimento do mercado nos seus aspectos mais gerais e específicos: financeiros, produtivos e comerciais

Público-alvo
Empreendedores e futuros empreendedores, administradores, editores, assistentes editoriais, gerentes editoriais e administrativos, gerentes e supervisores comerciais, profissionais das mais diversas áreas interessados na indústria do livro como possível área de trabalho, e demais interessados.

Nosso curso será divido em 4 grandes blocos:

Primeiro bloco
Conhecimento do mercado e dos nichos
Este será o módulo inicial em que a questão do negócio é discutida tanto nas suas questões mais gerais, comuns a todos os segmentos, quanto nas específicas, ligadas ao mercado verticalizado, em que cada especialidade é avaliada para que os participantes possam se localizar nas várias dimensões do negócio.

Segundo bloco
Conhecimento do conceito editorial
Tratará das discussões em torno do metier do editor/publish, da cadeia produtiva do livro, da edição e produção editorial, do desenvolvimento de projetos gráficos, dos direitos autorais, das questões que envolvem a decisão e o fazer editorial e que tornam possível a transformação dos originais em livro, em produto. Ou seja, o estudo das competências básicas que permitem aos profissionais criar produtos, desenvolver projetos, negociar direitos autorais com autores e editores, estabelecer contratos, etc.

Terceiro bloco
Conhecimento de marketing, comercialização e divulgação
Analisará o produto e sua colocação no mercado: todas as ações que podem e devem ser desenvolvidas para que o livro chegue de forma eficaz ao seu consumidor final; do marketing à imprensa, dos canais de divulgação aos de distribuição e vendas. O papel dos agentes literários na obtenção de títulos e no agenciamento de autores. As novas mídias e o futuro do mercado editorial.

Quarto bloco
A cadeia produtiva final
Discutirá o ponto de chegada da produção editorial: a produção gráfica. Abordará as questões essenciais de custo e formação de preços que interferem de forma radical na definição do produto, na sua tiragem, no ponto de equilíbrio.

Fechamento
1. O projeto editorial
Workshop de simulação de um projeto editorial. Atividade individual ou conjunta.

2. Convidado especial
Um profissional fala de seu métier.

ESTRUTURA DO CURSO

O Mercado

Abertura
1. Mercado editorial brasileiro.
a. Atualidade e perspectivas.
b. Novos negócios na área e presença de editoras internacionais.
2. Plano de negócios. A antevisão do negócio que se pretende criar. O que planejar antes da tomada de decisões.
A escolha do ramo editorial e características dos mercados
a. Por que e para quem editar livros em cada área escolhida.
b. O mercado hoje e perspectivas.
1. Livros Universitários
2. Livros Infanto-Juveni
3. Livros Técnico-Científicos e Profissionais
4. Livros de Interesse Geral (Trade Books)
5. Livros Escolares

Conceito Editorial

  1. O papel do Editor. Aspectos culturais e comerciais.
  2. O papel do Publisher. Aspectos culturais e comerciais.
  3. Produção editorial – do autor ao livro. A cadeia produtiva que transforma o original em produto.
  4. Projeto gráfico: o papel do design na configuração do produto livro.
  5. Direitos autorais – aspectos relevantes. Conceitos básicos de Direitos Autorais. Casos especiais: creative commons, direitos conexos, internet, etc.

Divulgação, Marketing, Comercialização, Distribuição e Negociações
1. Assessoria de imprensa para o mercado editorial.
2. Fundamentos de marketing e sua aplicação ao mercado editorial.
3. Divulgação, distribuição e vendas de livros escolares: o mercado público e privado.
4. Distribuição e vendas: mercado de edições gerais.
5. O agente literário e seu papel no negócio editorial.
6. Novos produtos e novas mídias.

A cadeia produtiva final
1. A produção gráfica.
2. Custos e formação de preços.

O Projeto Editorial
Workshop final utilizando os conhecimentos adquiridos no curso.

Palestra de encerramento
Encontro com um profissional importante da área editorial.

Docentes
Wander Soares, economista, foi diretor de marketing da Editora Ática de 1975 a 1990 e da Editora Saraiva de 1990 a 2004. Atualmente é consultor independente em negócios editoriais; Marcelo Melo, administrador de empresas, fundador da Negócio Editora, diretor da Editora Virgília; Marcos Pereira, engenheiro, foi editor da Salamandra e hoje é editor e sócio-proprietário da Editora Sextante; Rogério Gastaldo é sociólogo e gerente editorial da Editora Saraiva; Bruno de Carli, engenheiro e administrador de empresa, Diretor e responsável pelo projeto “Pasta do Professor”; José Castilho Marques Neto, doutor em Filosofia, é diretor-presidente da Fundação Editora da Unesp e secretário-executivo do PNLL; Vicente Paz Fernandez, professor e editor, foi diretor-presidente das Edições Escala Educacional; Alexandre Martins Fontes, publisher da Editora WMF Martins Fontes; Pedro de Almeida, jornalista e editor com curso de Marketing pela Universidade de Berkeley; Laura Bacellar, é editora independente; Francisco Homem de Melo, designer, professor-doutor da FAU-USP; Maria Luiza Egea, advogada, diretora da Associação Brasileira de Direito Autoral (ABDA) e da Associação Brasileira de Autores Visuais; Plínio Cabral, advogado, autoralista, membro da Comissão especial de Propriedade Imaterial da OAB e consultor da Associação Brasileira de Direito Autoral; Maria José Rosolino, graduada em Comunicação Social, mestre em Hospitalidade pela Anhembi-Morumbi onde é professora e coordenadora do curso de Produção Editorial; Kátia Saisi, jornalista, é diretora da Pluricom; Alfredo Chianca, engenheiro, foi diretor comercial e editorial da Editora Ática até 2006; Gerson Ramos, atuante no mercado editorial e livreiro há 25 anos, atualmente é diretor de compras da Distribuidora Superpedido; Lucia Riff, psicóloga, agente literária desde 1991 e diretora da Agência Riff; Rodrigo Paranhos Velloso, diretor de desenvolvimento de negócios do Google; Marcia Signorini é arquiteta, doutora pela FAU-USP e diretora da Signorini Produção Gráfica; André Luis Castro é editor executivo da Ediouro Livros; Eduardo Blücher, engenheiro, editor da Editora Blucher; Luciana Vilas Boas é jornalista e publisher da Editora Record.

Inscrições
As vagas, em número de 40, para o Curso de Extensão em Edição – o livro como negócio e produto estarão abertas para todos os interessados portadores de Diploma Universitário nas áreas de Edição, Editoração, Letras, Biblioteconomia, Administração, Jornalismo, Tradução, Comunicação, Publicidade, Marketing, Ciências Humanas, Informática, Direito e áreas afins.

Poderão inscrever-se os profissionais sem formação superior desde que possuam, no mínimo, 3 anos de atuação no mercado editorial e/ou livreiro.

Os candidatos deverão apresentar os seguintes documentos:
1. Cópia de CPF e RG;
2. Currículo atualizado;
3. Cópia do Diploma de Ensino Superior ou comprovação de tempo de trabalho na área;
4. Uma foto 3×4.

Caso haja número de inscrições superior ao de vagas haverá uma entrevista seletiva.

Investimento
R$3.500,00 (04 parcelas de R$875,00)
R$2.800,00 (04 parcelas de R$700,00) para sócios da CBL, SNEL, Abrelivros, LIBRE, ABDR e outros órgãos da classe, funcionários de editora, jornais e órgãos públicos, jornalistas, estudantes, professores e bibiliotecários.

Local do curso
Próximo ao Metrô Paraíso – a ser divulgado até dia 30 de agosto.

Inscrições – Procedimentos
1. Pedimos o envio da ficha de inscrição para pré-reserva.

2. O pagamento poderá ser feito à vista ou em 4 parcelas – sendo a 1ª parcela na assinatura do contrato, em depósito bancário, conforme dados no item 3. As parcelas restantes poderão ser pagas:
a. com cheques pré-datados (para 30, 60 e 90 dias), que deverão ser entregues no 1º dia do curso, ou
b. em boletos bancários que serão enviados pelo Banespa/Santander, via correio.

3. Dados para o depósito:
FUNDAÇÃO EDITORA DA UNESP
CNPJ: 54.069.380/0001-40
Banespa/Santander (033)
Agência 0239
c.c.: 13.003.063-4

4. Solicitamos o envio do comprovante de depósito, via e-mail: universidadedolivro@editora.unesp.br, ou via fax – (11) 3242-9613.

Critérios de aprovação

  1. Comparecimento a, no mínimo, 75% das aulas
  2. Presença nos seminários de discussão dos trabalhos
  3. Apresentação de trabalho de conclusão de curso

Carga Horária: 130 horas
Sendo:

  • 70 horas/aula
  • 10 horas/seminário
  • 10 horas/orientação de trabalho
  • 40 horas/elaboração do trabalho de fim de curso

Início das aulas: 15 de setembro de 2009

As aulas serão ministradas duas vezes por semana, durante 3 meses consecutivos: setembro, outubro e novembro, às terças e quartas, das 19h às 22h. Os alunos terão mais 3 meses para orientação e elaboração da monografia ou trabalho de conclusão de curso. Ao final, terão direito ao Certificado de Extensão, expedido pela Reitoria da UNESP.

INSCREVA-SE AQUI
Inscrições em agosto com Daura e Tatiana
E-mail: universidadedolivro@editora.unesp.br
Tel.: (011) 3242-9555
Mais informações pelo site http://www.editoraunesp.com.br

 
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Publicado por em agosto 12, 2009 em mercado de trabalho

 

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A internet como ferramenta de exposição pessoal

Hoje em dia, você não é nada se ninguém te conhecer. Sim, às vezes temos que ser um pouco chatos e insistir para que conheçam o que fazemos e quem somos, para que lembrem da gente um dia desses. Popularmente, isso é conhecido como networking, o ato de ir atrás e fazer contatos para fins profissionais.

Pessoalmente, eu não gosto muito disso, e confesso não ter paciência para ir em festas só para conhecer pessoas que talvez não tenham uma conversa que eu gosto. Prefiro ir apenas a eventos que me agradam. Se você é que nem eu, e também é tímido e acha que está perdido no mundo, então você precisa encontrar outros métodos para se promover e mostrar seus talentos a todos. Afinal de contas, não é impossível que uma empresa acabe promovendo seu serviço por sua qualidade, mas isso não é muito comum. Quanto mais você conseguir mostrar ao maior número possível de pessoas como é seu trabalho, mais fácil será alguém lembrar de você na hora de chamar alguém para um novo serviço, freela ou até emprego.

Abaixo, sugiro alguns sites para que, em plena era digital, você possa se promover utilizando a grande rede. Nada mais fácil, contanto que você não se esqueça do bom senso.



linked
Um orkut para profissionais
http://www.linkedin.com
O LinkedIn pode parecer o orkut em sua descrição, mas é totalmente voltado para profissionais. No LinkedIn você encontra pessoas que falam sobre sua carreira, seu emprego, suas habilidades profissionais e que divulgam seus portfolios, sites e trabalhos. Nele, é possível adicionar contatos profissionais ou de faculdade, recomendar pessoas e pedir para ser apresentado a alguém que pode ser interessante a você. Indispensável ter um perfil lá.



plaxo
Uma agenda online
http://www.plaxo.com
Ainda no estilo orkut, porém mais útil, o Plaxo permite que você preencha seu perfil e compartilhe com quem mais possuir conta no site. O grande trunfo do Plaxo é que ele funciona mais como agenda do que como rede social, já que você pode adicionar todos os contatos que quiser, tendo eles o Plaxo ou não. Para quem não tem, você pode enviar um email pedindo que a pessoa atualize seus dados (são dados reais, como telefone, endereço e contato profissional), e para quem tem, basta estar conectado com a pessoa, que cada vez que ela modificar os contatos dela, você ficará atualizado. Além desse serviço legal, o Plaxo possui um plugin que atualiza também sua agenda do computador, que por sua vez pode ser sincronizada com a agenda do celular. Assim, você tem sempre os contatos mais recentes sempre à sua disposição. Ah, e o Plaxo também avisa por email (e adiciona na agenda do seu celular) uma semana antes todos os aniversariantes cadastrados. É uma mão na roda para organizar seus contatos e se mostrar super organizado e atento aos seus conhecidos.



deviant1
Um portfolio artístico
http://www.deviantart.com
Se, além de suas habilidades de designer, você também possui uma mão boa para ilustrações, pinturas, fotos ou outros trabalhos artísticos, o Deviantart é o local ideal para expor seus trabalhos, uma vez que funciona como uma comunidade de artistas com o objetivo de mostrar seus trabalhos. Ter uma conta no Deviantart já é um pressuposto de que você faz coisas legais. Lé estão expostos muitos trabalhos de qualidade, e os cadastrados tem o costume de comentar no perfil dos colegas. A parte especial do Deviantart é que, além de expor seus trabalhos, você também pode colocar um preço neles, e vendê-los pela Internet.



design-related
Reunindo designers
http://www.designrelated.com
Se você quer um espaço aonde possa conversar com colegas de profissão, trocar contatos, idéias e mostrar seu trabalho, o Design:related é o que você procurava. Com um visual clean e bem planejado (queria o quê de uma comunidade de designers?), você se cadastra e pode informar os locais aonde já trabalhou e o que fez de mais importante neles. Além disso, pode ter um portfolio público, e também adicionar sites, revistas, trabalhos e outras referências que te ajudam a criar. Lá você encontra designers, diretores de arte, criadores e todo tipo de gente ligado à área. Vale ter um perfil lá para fazer contato com gente específica.



coroflot
O portfolio
http://www.coroflot.com
Você pode perguntar para qualquer designer que esteja sempre de olho no mundo virtual, que todos vão dizer que possuem um perfil no Coroflot. Esse site é ideal para apresentar seus trabalhos profissionais, procurar jobs (em sua maioria internacionais) e conhecer o trabalho de outros profissionais, e até encontrar alguma inspiração. Confira também o FigDig e o Cabonmade (pago).



flickr
Fotos bem apresentadas
http://www.flickr.com
Se você já passou da época do Fotolog, aonde tinha que esperar até de madrugada para poder subir suas fotos, está na hora de conhecer o Flickr. Visual bonito, que privilegia a foto e não o resto, esse site possui cadastro gratuito e permite o envio de até 200 fotos. É mais do que o suficiente para mostrar quem você é  e divulgar seu lado artístico mais fotográfico, apresentar lugares para onde viajou, etc. O Flickr não gosta muito que os usuários postem imagens com seus portfolios de sites, folhetos e outras peças, por isso evite fazê-lo. Utilize o Flickr para mostrar seu lado pessoal, que importa bastante para as empresas hoje em dia.



wordpress
Um blog para todos
http://www.wordpress.com
Não, o WordPress não é nenhum site social de comunidades. Se você o visitar, verá que é um dos melhores hospedeiros de blog da Internet. O melhor de tudo: é gratuito. Mas o que fazer com um blog? Oras, sua imaginação é quem vai mandar! Escreva sobre algo de que você entenda, ou de algo que pretende descobrir, e publique seus achados no blog. Podem ser opiniões, coisas interessantes encontradas em outros sites (sem nunca esquecer o crédito, claro) e até devaneios. O que importa é que o blog deve refletir sua personalidade, seus interesses e sua capacidade de escrever bem e legal.

Seu site
Além de todos esses sites recomendados, nada mostrará mais o que você é senão seu próprio site. Se você entende do negócio, poderá fazer seu site com a sua cara, do seu jeito. Se não entende, poderá contratar alguém (todos os tipos de designer merecem serviço! Deixe alguém que sabe fazer o serviço) que fará ao seu gosto. Para a hospedagem, recomendo o Dreamhost, que é internacional, confiável e barato. Porém, é necessário possuir cartão de crédito internacional para fazer o pagamento. O domínio pode ser comprado em sites de grande porte, como o GoDaddy ou o brasileiro Locaweb.

Cautela, educação e cultura
Não adianta nada você entrar nos sites sugeridos e criar um perfil em todos eles, e não atentar para o conteúdo. É necessário que as pessoas que os visitem tenham o que ver, o que ler, e gostar disso. Utilizar gírias, xingamentos e escrever errado são os pecados dos pecados. Faz com que todas essas ferramentas, ao invés de ajudar, estraguem de vez sua reputação. Procure estar sempre bem informado a respeito das últimas notícias, História, Internet, etc., e tenha o que dizer! Boa sorte.

 
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Publicado por em março 30, 2009 em mercado de trabalho, referências, sites

 

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